A entrada em vigor das novas regras da reforma tributária exigirá que as indústrias revisem processos internos e estratégias de negócios para enfrentar as mudanças previstas a partir de 2027. A adequação envolve aspectos como formação de preços, contratos, escolha de fornecedores e planejamento do fluxo de caixa.
Os desafios da transição e as mudanças na relação entre o Fisco e os contribuintes foram debatidos durante reunião do Conselho de Assuntos Tributários da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).
Para o presidente da entidade, Gilberto Seleme, o planejamento antecipado será essencial para que as empresas compreendam os efeitos da reforma e mantenham sua competitividade.
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