A renovação da frota na Hidrovia Paraguai-Paraná enfrenta um obstáculo que vai além da capacidade industrial dos estaleiros: a falta de financiamento de longo prazo. O diagnóstico é de Eduardo Borgognon, presidente do grupo paraguaio CIE, que defende mecanismos de crédito com prazos de até 20 anos para impulsionar a construção de novas barcaças e rebocadores.
Segundo o executivo, mais da metade das embarcações paraguaias em operação tem entre 40 e 50 anos de uso. Apesar da necessidade de modernização, os estaleiros locais dispõem de capacidade para ampliar a produção. O desafio, portanto, é viabilizar investimentos compatíveis com o custo elevado dos equipamentos e com o retorno financeiro d…
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